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Gardênia

Família: Rubiáceas
Origem: Ásia, China
Porte: Arbusto que pode atingir até 2 metros de altura
Plantio: Propaga-se por meio de estaquia da ponta de ramos
Solo ideal: Rico em matéria orgânica (mistura recomendada: 1 parte de terra comum de jardim, 1 parte de terra vegetal e 2 partes de composto orgânico)
Clima: Ameno

Luminosidade: Precisa de muita luminosidade, de preferência sol pleno, mas não suporta bem o sol direto nos horários mais quentes (das 11 às 17 horas)
Regas: Durante a primavera e o verão devem ser freqüentes, mas recomenda-se não molhar as flores. A quantidade de água deve ser diminuída durante o outono e inverno. Solo encharcado, nem pensar!
Uso paisagístico: ideal para ser usada como maciço ou formando cerca-viva, mas dá ótimos resultados também como exemplar isolado
Podas: Recomenda-se para manter o formato compacto, mas devem ser feitas sempre após a floração.

No início da primavera, a gardênia começa a se cobrir de belas e perfumadas flores brancas. Seu perfume doce e intenso já inspirou até boleros (alguém aí já ouviu a música “Perfume de Gardênia”?) e lhe rendeu o nome popular de jasmim-do-cabo, mesmo não sendo uma espécie da família dos jasmins. O responsável pelo nome “gardênia” foi o botânico americano Alexandre Garden. Existem cerca de 250 espécies conhecidas como gardênia, porém a mais cultivada e famosa é a Gardênia jasminoides que, recentemente, parece ter sido reclassificada como Gardênia augusta.
Além das flores que, sem dúvida, são o verdadeiro espetáculo da planta, a gardênia produz uma folhagem verde escuro muito bela e brilhante, com o detalhe que as folhas não caem durante o inverno.
Para estimular a floração, recomenda-se adubar as gardênias com húmus de minhoca. Pode-se aplicar também uma adubação química com NPK (4-14-8), de 3 em 3 meses.